sobram-me tamanhos
24 Junho, 2008
poder ser tudo, menos que ser louco
a carregar destroços pelo tempo.
atar o riso na cara, morder ranços
e ter no peito a véspera do açoite.
acaso ser um outro, em entretanto
fazer a nuvem reter seus continentes.
tanta é a morte que vivo sou tamanho.
Entry Filed under: Tempo Quando. .
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1.
Izelda Maia | 24 Junho, 2008 at 1:35 pm
Visiiiiiita!
faltam-me tamanho…
grande abraço, poeta.
2.
Romério Rômulo | 24 Junho, 2008 at 4:13 pm
não te faltam tamanhos,izelda.
um obrigado intenso e um abraço.
romério
3.
Jane | 24 Junho, 2008 at 4:14 pm
Nossa, muito lindas as poesias, estamos fascinados… você está de parabéns!!! Eu e Marley gostamos muito!!! Grande Abraço, Jane (amiga da Fernanda e do Diego)
4.
Romério Rômulo | 24 Junho, 2008 at 5:26 pm
jane e marley:
ótimo que gostaram.voltem.
um abraço grande.
romério
5.
Maína | 24 Junho, 2008 at 7:01 pm
Lindo lindo.
Falava com sua RP que seus poemas são, às vezes, trabalhosos para leitores como eu.
Mas eu gosto dos trabalhosos pois, quando entendo, ou ‘acho que’, quando a coisa pega, é muito bom!
Esse é lindo.
beijos!
6.
Romério Rômulo | 24 Junho, 2008 at 7:59 pm
maína:
às vezes o texto é um cipoal.inclusive pra mim.vencida a luta
de abrir caminho,vamos.
um beijo.romério