pontes, ouro preto
4 Junho, 2008
as pontes que martelo e que atormento
carregam uma espécie de ungüento
que vila rica deixou em cada delas.
o sujo, o não calado, o renitente
perderam a vida, a mão, a língua, o dente
por discordar do que havia sobre elas.
quantos soberbos sobre as pontes disfarçaram
suas viagens de quem nasceu do ouro
e o ferro em apetite aguçaram.
tiveram, em pindorama, estes senhores
que carregar na consciência, se a tiveram,
o grito amargo das dores que causaram!
(de quantas pontes vive ouro preto?)
Entry Filed under: Avulsos. Tags: Ouro Preto.
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1.
meg | 4 Junho, 2008 at 7:31 pm
Meu querido Amigo,
Fico muito feliz com a sua ideia de fazer este blog.
Não venho ainda comentar.
Venho apenas saudar a sua chegada e esta comunidade, e dizer-lhe que começarei desde já a dá-lo a conhecer aos nossos amigos. Ainda não pensei na forma mais eficaz de o fazer, mas a ideia já está a germinar.
O maior sucesso para este espaço é o meu desejo sincero, você sabe.
Um terno abraço
2.
carminda pinho | 5 Junho, 2008 at 12:30 am
Romério,
muito obrigada, pela atenção que teve em me informar do endereço do seu blog.
Um blog de um poeta cuja poesia admiro, graças a uma amiga que fez o favor para nós, de o divulgar na blogoesfera.
Amanhã passarei para comentar, hoje deixo-lhe um abraço e os votos de que este blog seja um êxito.
Carminda Pinho
3.
romerioromulo2 | 5 Junho, 2008 at 4:03 pm
meg:
estou tentando me tecnologizar.está difícil,mas os apoios são fortes.nossos contactos agora sobem de frequência,o quê é
positivo.
meu carinho pra você e demais amigos do “recalcitrante”.
romério
4.
romerioromulo2 | 5 Junho, 2008 at 4:05 pm
carminda pinho:este apoio que me chega de vocês em portugal
aumenta a disposição.obrigado pela presença e conto com
você.
romério